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SABER EM FOCO


O pentágono e as cinco configurações de Henry Mitzenberg - Criando Organizações Eficazes

Olá Caro Leitor,

Fazendo um exercício Avaliatório sobre as ideias de Henry Mitznberg no seu livro Criando Organizações Eficazes, para a disciplina de Macroanálise das Organizações, mais exatamente sobre o capítulo 13, gostaria de compartilhar com vocês essa forma diferente de observar as organizações bem como, quem sabe, despertar o interesse, ao menos o conhecimento sobre o assunto e/ou autor.

No capítulo 13 do livro Criando Organizações Eficazes de Henry Mitznberg, faz-se uma recordação e agrupamento das cinco configurações – Estrutura Simples, Burocracia Mecanizada e Profissional, Forma Divisionalizada e Adhocracia - que uma organização pode se caracterizar, para que possamos interpretar a figura do Pentágono sugerida por Mitznberg , que nele tem se associação destas de forma a justificar que podem haver características de algumas delas em uma mesma organização, iremos relembrar que existem cinco subdivisões das configurações, que são Cúpula estratégica, Tecnoestrutura, Núcleo Operacional, Assessoria de Apoio e Linha intermediária e também cinco forças a para centralizar, para profissionalizar, para colaborar, para padronizar e para fragmentar.

Com base nesses conhecimentos das cinco configurações criadas por Henry Mitznberg, podemos observar a ligação entre elas através do pentágono, que faz a disposição destas configurações começando pela estrutura simples, posicionada logo no topo do pentágono, onde toma como argumento que toda a organização inicia de forma simples e com o poder centralizado nas “mãos” dos proprietários, que é a característica marcante desse tipo de configuração; tendo como elemento mais insinuante a cúpula estratégica, que apresenta a força para centralizar.

A partir do momento que as organizações crescem e amadurecem ela adquire padronização dos seus processos de trabalho e das habilidades de seus profissionais fazendo com que, ao atingir essas características, passa-se ter a burocracia em seus segmentos em que essas respectivamente configuram a Burocracia Mecanizada e Burocracia Profissional sendo a primeira apresentando a força para padronizar e a segunda para profissionalizar que impulsiona a organização a conquistar uma nova posição que é a Forma Divisionalizada, através da aquisição de seus procedimentos esquematizados e fundamentados, que consiste na força para fragmentar onde as suas filiais/unidades possuem interdependências para se sustentar, porém precisando da supervisão para não perder a sua essência.

No instante em que as organizações conseguem alcançar esses métodos da Forma Divisionalizada, ela passa a adquirir a configuração da Adhocracia, que são os estados mais puros das configurações.

Essa inter-relação é feita, pois Mitznberg identifica que as organizações apresentam um pouco das características principais de cada configuração, e que elas formam um fluxo interligado das configurações, mostrando mais uma vez que a organização é um organismo vivo e por isso esta em constante transitoriedade.

Tendo o Pentágono em mente, Mitznberg pode ainda sugerir uma sexta configuração que é a chamada configuração Missionária, em que segundo ele, sempre esteve embutida em cada explanação das demais configurações já apresentadas, tendo seu principal mecanismo a socialização impulsionado pela cooperação, que consiste na coordenação dos padrões e normas da organização de uma forma doutrina e incutida em suas ações, sendo assim, o estágio maior a ser sugerido.

Abraço!

Até as próximas postagens!

Ah! Não estou esquecida das postagens finais de Adm de operações, muito em breve postarei!

 



Escrito por por Eukennya Araújo às 14h39
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Planejamento e Controle de Capacidade de Produção

Olá Caro Leitor,

Dando continuidade as postagens sobre Administração de produção, discutiremos sobre uma vertente do planejamento e controle que abordamos anteriormente, que é o de Capacidade.

A definição da capacidade de uma operação é o máximo nível de atividade de valor adicionado em determinado período de tempo que o processo pode realizar sobre condições normais de operação, ou seja, o máximo de produtividade alcançada em um tempo determinado; a sua gestão proporciona a organização das operações e atividades da capacidade produtiva para atender a demanda atual e futura dos clientes e produção.

No processo de gestão da capacidade, podem-se encontrar restrições desta capacidade determinada seja pela baixa demanda ou por simples sazonalidade baixa, em que a estação não está muito atrativa, por exemplo, além de fatores políticos para driblar essas dificuldades e incertezas, tem-se algumas políticas alternativas de gestão de capacidade, que seguem:

políticas de capacidade constante: onde se ignoram essas variações e permanece a produção constante;

política de acompanhamento da demanda: considera-se as variações e refletir isso na produção;

gestão da demanda: é quando se deseja mudar a demanda para ajustar a capacidade de produção.

O gestor de Capacidade de produção além de ficar atento as variações de mercado de seus produtos, fornecedores e clientes, deve também se ater aos aspectos de desempenho de uma produção como, os custos, as receitas, o capital de giro, a qualidade, a velocidade, a confiabilidade, e a flexibilidade.

A gestão de capacidade por determinar o nível de produção, pode se apresentar de vários níveis como de pequeno e médio e grande porte estabelecidos de acordo com o espaço físico da produção, ela pode ser medida através da coordenação dos fatores de utilização e eficiência que é dado pela disponibilidade de seus recursos de entrada (inputs) – o quanto se pode ter para produzir, o que determina a produção ou pelas saídas que são produzidas (outputs) – que mostra o quanto a indústria teve a capacidade de produzir. Atualmente tem-se usado a eficácia dos equipamentos para medir a capacidade produtiva baseando-se no tempo, velocidade e qualidade com que o produto é produzido.

Para visualizar de uma forma mais clara como se dá a gestão do planejamento e controle da Capacidade, vejamos os exemplos a seguir:

No caso um Hospital – a sua capacidade de insumos (inputs) será o nº de leitos que determinará a capacidade de volume que será atendido (outputs) por um determinado período.

No caso de uma universidade – a sua capacidade de insumos (inputs) será o nº de estudantes que pode comportar na sua estrutura (inputs) e o volume de produção será a quantidade de estudantes formados (outputs) por um determinado período.

No caso de uma Cervejaria – a sua capacidade de insumos será determinada pelo volume de tanques de fermentação que ditará o volume de cerveja produzido (outputs) por um determinado período.

Até o momento, irei parar um pouco por aqui, com essa postagem.

Mas a temática de Administração de produção não finda ainda, falta ainda umas três postagens.

Aguarde!

Abraço!

 



Escrito por por Eukennya Araújo às 17h25
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A Natureza do Planejamento e Controle da Produção

 

Olá Caro Leitor,

Como havia dito agora iremos nos ater ainda em Administração de operações, mas o que proponho discutir é Planejamento e Controle de produção, então mãos à obra.

Para quem for da área de Administração ou ao menos se relaciona de alguma forma com ela e que não é saberá que na ciência administrativa temos como premissas básicas o planejamento e o controle, além de execução e coordenação.

Desta forma, abordaremos o planejamento e o controle dentro do entendimento de administração de produção/operações, vejamos:

Planejamento é uma atitude que se toma para formalizar e traçar o que se espera para o futuro através do apontamento de ações a serem executadas para atender a demanda, já o controle permite que o que foi estipulado no planejamento flua da forma mais correta e cabível ao que foi traçado permitindo também saber o que poderá ser mudado durante a execução de tal operação.

Algo a ser considerado nesses dois procedimentos é que no primeiro, ao se planejar uma situação ideal não indica que será obtido como se quer além de, muitas vezes acontecer o que deixamos muito acontecer, não tirar do papel; quanto ao segundo, temos que além da operação ser mudada pode-se ter também a necessidade de refazer e eliminar as falhas encontradas no processo.

Para fazer o gerenciamento desses dois certames temos que pontuar a incerteza, que se faz sempre presente quando se relaciona demanda e oferta, principalmente porque o gosto e as necessidades dos clientes variam constantemente, assim acentuando o grau de incerteza para se fazer o planejamento de uma produção visando atender essa demanda de acordo com a capacidade de operar a organização, e maior ênfase se dará no controle dos processos para garantir a máxima qualidade possível.

Com isso fazemos uso de uma ferramenta Razão P:D que compara o tempo total de espera dos consumidores, desde pedir o produto ou serviço e recebê-lo como o tempo de demanda D, e o tempo de atravessamento total, P, que é o tempo que a operação leva para obter os recursos, produzir e entregar o produto ou serviço.

Essa gestão é feita a partir da produção que se destina obter (Oferta) se de fazer para estoque, quando se produz para colocar não estoque, realizado pelo tempo menor que o consumidor leva para receber (Demanda) do que o tempo que receberia (Tempo de Atravessamento) e recursos contra pedido, que se considera a produção já para entrega, onde a produção é relativa à demanda alcançada.

Para ter sucesso no planejamento e controle da produção, o ofertante precisa considerar o volume, tempo e qualidade para se atender a demanda, relacionaremos a relação entre tempo e volume e as suas quatro atividades superpostas:

  • Carregamento – é quando se faz a alocação de certa quantidade de trabalho, nesta o tempo é algo fundamental assim devendo ser usado o mais aproveitado possível já que se tem tempo de descarregamento, quebra e ociosidade nesse processo.

Há dois tipos de carregamento, o finito, quando se estabelece um limite de recursos a serem alocados, podendo ser necessário como em aviões por conta do peso do voo; como também ser possível quando marcasse uma consulta médica, e até não é proibitivo, como numa exposição, contanto que não gere custos adicionais por isso; já o infinito, não se limita a alocação do trabalho, por não ser necessário como fast foods que tem um fluxo para produção intensa, por ser possível como em uma emergência ou por o custo de limitação é proibitivo como um varejo que se limitar o acesso causará insatisfação da clientela.

  • Sequenciamento – consiste na ordem em que as atividades serão executadas, devendo estar a tendo as prioridades segundo as restrições físicas de equipamentos e/ou materiais, como algum produto chegou depois porém tem um grau alto de volatilidade e assim se for sequenciado tardiamente, poderá trazer prejuízos; como também a prioridade ao consumidor, essa atitude deve ser considerada sempre, porém quando se tem algum cliente insatisfeito procurar converter esse quadro o quanto antes, assim como prestigiar os melhores clientes/mais antigos; outro ponto é cumprir prazos, se marcou a entrega de um produto em uma data prometida procure fazer; podendo também obedecer ao método FIFO e LIFO da contabilidade, sendo o primeiro, o último que entrou o primeiro que sai como se fosse um elevador e o segundo, o primeiro que entra é o primeiro que sai como em uma fila.

Programação – aqui temos a sequência/ordenamento que o trabalho será desenvolvido, é feito administrando o tempo em relação ao volume como propomos, para visualizar vamos comparar com o fluxo de ônibus nas linhas, programa-se para ter mais ônibus em um intervalo de tempo maior quando se esta no fluxo intenso de passageiros, o que chamamos de horário de pico e o outro é que essa programação pode ser feita para controlar o tempo e o volume desejado de produção como em sistemas de escala de pessoal, em que se muda quando há o revezamento para não prejudicar o volume de produção e desperdício de tempo.

  • Monitoramento e controle- essa operação assegura-se que a operação esta sendo feita dentro dos padrões estabelecidos para se produzir sendo realizado pelo controle puxado, quando a operação leva o sistema ou empurrado quando o sistema leva a operação, tendo como exemplo o só se passa para outro ponto da produção quando se conclui uma etapa (sistema Toyota de produção) e uma linha de montagem (FORD) que dava continuidade pelo sistema de produção em massa, respectivamente.

Aguardem os novos posts!

Abraço!

 

 



Escrito por por Eukennya Araújo às 15h46
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Arranjo Físico e Fluxos

   

 

Olá Caro Leitor,

Estudando para a avaliação de Administração de operações tive a intenção de compartilhar com você um pouco do conhecimento desse assunto que é interessante e palpável para a nossa percepção quanto futuros administradores, assim como a importância de sabê-lo.

Entende-se por arranjo físico a forma física de posicionamento  com que os recursos transformadores (máquinas, instalações, equipamentos e pessoal) de uma organização estão dispostos no seu ambiente de forma a se perceber com a percepção visual além de garantir o fluxo das atividades de uma operação, que se for bem sucedido, confere:

 Eficiência no uso do espaço físico;

Baixo custo de movimentação e manuseio dos materiais;

Comunicação fluente e eficiente;

Facilita o fluxo de entrada, movimentação e saída do pessoal;

Permite até novos fluxos.

TIPOS

  • Posicional: esse tipo de arranjo, é também chamado de posição fixa, pois os recursos vão até ele para que se realize a sua operação, como montagem e manutenção.

Exemplo: no caso de uma construção civil, o prédio não se move, os operários e máquinas vão até ele, o mesmo acontece com um estaleiro, por ser difícil de deslocar, como algum produto de transporte delicado ou inacessível e até mesmo os restaurantes convencionais que a refeição vai até ele sem precisar se deslocar.

  • Funcional (por processo): neste separamos os setores/ambiente da organização por função para melhor se visualizar e encontrar o que se precisa bem como algo que seja similar ou afim.

Exemplo: no supermercado, temos diferentes seções que se encontram agrupadas por tipos de produto como laticínios, frios, cereais, limpeza.

  • Celular: são partes específicas em um ambiente, onde a sua existência é causada para atender situações imediatas e oportunas para aquela organização.

Exemplo: ainda considerando o supermercado temos nele, muitas vezes, padaria e lanchonete, esses dois segmentos de negócios não são a parte principal do negócio de supermercado, mas são lojas oportunas para ter bem perto, e por que não dentro de um mercado funcionando como suporte para o faturamento.

  • Por produto: nesse, podemos considerar como por fluxo/ em linha, onde segue-se um mesmo procedimento para a produção de um produto.

Exemplo: uma montadora de automóveis, como a tão conhecida linha de montagem Ford e o sistema Toyota de produção, assim como um restaurante self-service .

 

Algo que devemos considerar é que apesar desses tipos de arranjos classificados, esses posicionamentos não são estáticos para as organizações, pois em uma podemos ter vários tipos de arranjos físicos diferentes como pudemos perceber com o supermercado que ao mesmo tempo é funcional, mas pode apresentar dentro dele células, como também poderíamos ver que o fluxo do carrinho de compras é por produto ao se seguir o corredor de determinado setor.

A decisão de qual arranjo físico será ideal para a sua organização, deve-se considerar as condições de espaços e as necessidades a serem atendidas no seu ambiente para que se possam atingir os seus objetivos e cabíveis a natureza das operações.

Para melhor visualizar esses objetivos a serem alcançados nas operações, vejamos alguns mais gerais:

Que considero como essenciais, a extensão e a clareza do fluxo dos recursos materiais, como já citados máquinas, equipamentos, pessoal e clientes, nessas temos o canal e a melhor forma de se fazer o arranjo físico, que permite a comunicação do espaço com as pessoas envolvidas possibilitando uma comunicação mais fluente de como  lidar com o ambiente de trabalho.

O alcance desses objetivos remete conforto e segurança para as pessoas envolvidas, pois estas saberão exatamente aonde ir/ encontrar algo mais rapidamente, e isso se estende à segurança inerente quando se fala em saída de emergência, por exemplo, e a questão da acessibilidade que se tem tanto para as máquinas e equipamentos, considerando o seu uso eficiente no espaço disponível e limpeza, além de permitir uma coordenação gerencial facilitada para todos os envolvidos bem como para melhor visualização para qualquer situação/necessidade a partir da flexibilidade de longo prazo.

 

Espero que tenha sido proveitoso para o seu conhecimento.

Até a próxima e breve postagem ainda sobre os estudos dessa disciplina.

Abraço!

 



Escrito por por Eukennya Araújo às 12h28
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Empresas: O QUE SÃO? QUAIS OS TIPOS E CLASSIFICAÇÕES.

Olá Caro Leitor,

Tomarei como base a discussão feita em sala de aula, no curso de auxiliar administrativo, sobre empresas: O QUE SÃO? QUAIS OS TIPOS E CLASSIFICAÇÕES.

Pode até parecer simplório a nossa postagem de hoje, mas eu digo que é um tanto quanto interessante, pois discorrerei sobre alguns pontos que muitas vezes temos o conhecimento, mas não sabemos a exatidão do que é, assim segue.

Empresa é toda a organização que agrega pessoas (capital humano) e tecnologias (máquinas, estruturas, etc) com a finalidade de ofertar produtos e serviços que satisfaçam as necessidades de seus clientes, assim já que toda a empresa tem essa concepção, tem-se algumas tipologias que as diferenciam, encontradas na sua Missão, Visão e Valores que disponibilizados pelo seu site e/ou propagandas (mas esse ponto é tema de outro post).

Sobre as tipologias, as empresas podem ser pública, privada e mista.

Vejamos a pública, é uma organização que tem como capital o do governo destinado para a promoção do bem social, destrinchando para o conceito apresentado inicialmente, temos que essa tem como finalidade os serviços prestados para promover o bem estar da população em que abrange, como exemplo temos as instituições e orgãos públicos como INSS.

Em relação a privada, é a grande maioria dos empreendimentos, são as organizações que tem capital próprio de pessoas físicas que objetivam ofertar produtos/serviços para obter o lucro para desenvolver  a si e a sua empresa, que mesmo tendo ações de promoção à cidadania, o seu maior objetivo não é esse.

A empresa mista, é a que possue capital tanto do governo quanto do capital próprio,  estas  compreendem as atividades que o governo não tem estrutura e/ou não lhe compete algumas atribuições, assim tomam parcerias com empresas que proporcinem a promoção do bem social, como por exemplo a empresa que gere o transporte público a Petrobrás, etc.

Classificações das empresas:

Quanto aos setores econômicos: podendo ser agrícola, a que caracteriza o setor da economia, trabalhando com agricultura, pecuária e extrativismo vegetal, mineral e animal; industrial, se encaixando no º setor da economia, com as indústrias de tranformação e a de º setor que são os serviços, neste temos a maioria das empresas como comércio, varejo e atacado além de consultorias, etc.

Quanto a organização ou natureza: que são subclassificadas como empresa sem fins lucrativos, ou seja, não se tem a intenção de ter lucro e sim o repasse deste à ações comunitárias; microempresa como o faturamento anual de até 360 mil; empresa de pequeno porte que lucram até 46 bilhões por ano; médio porte e grande porte acima de 46 bilhões.

Quanto à quantidade de sócios: onde se tem a empresa individual que é quando o proprietário da empresa é apenas uma pessoa, geralmente, neste tipo de organização o capital particular do proprietário se confunde com o da empresa; Empresa de Responsabilidade Limitada (ou sociedade por quotas) sendo o tipo mais comum, onde os sócios são responsáveis pela empresa de acordo com a quantidade de quotas, mesmo que algum deles não participem das atividades da empresa, mas que dão parte do capital.

Desta forma, achei por bem atribuir essa discussão pois é importante que tenhamos essas noções em mente na hora de negociar com o seu cliente para que forneça a melhor solução de seus produtos e/ou serviços para que possa fazer a transação mais acertiva e que lhe proporcione mais retorno lucrativo seja em valores monetários ou até mesmo como satisfação do cliente e propaganda positiva deste de forma gratuita, assim promovendo um diferencial competitivo.

Espero que tenha sido agregador!

Até a próxima postagem!

Abraço!



Escrito por por Eukennya Araújo às 12h34
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